南非法院对走私车辆犯罪头目判处55年徒刑,展示打击犯罪决心!
南非警方在一份声明中表示,这位名为Vusi Amos Zulu Malwane的的44岁男子,领导了一个跨境车辆走私网络,恐吓社区,被南非夸祖鲁-纳塔尔省以北的Ingwavuma地区法院定罪。Malwane因绑架、情节严重的抢劫、无证持有枪支和弹药等多项罪名被判刑。法院还判处他四年徒刑,罪名是逃脱合法拘留。据悉,Malwane在逃离该国当局九年后于去年5月被捕。他领导的团体在Emanguzi及其周边地区发生了一系列机动车劫持事件,并将车辆走私到莫桑比克。警方在干预和行动后,已经收回了37辆汽车、27支枪支和321发弹药。
此次判决是对走私犯罪的有力打击,也体现了南非警方对维护社会治安的决心。让我们一起为南非警方的努力点赞!

Um tribunal sul-africano condenou a 55 anos de prisão o líder de uma rede criminosa de contrabando de veículos para Moçambique, disse quinta-feira a Polícia da África do Sul (SAPS).
Em comunicado, a autoridade policial sul-africana referiu que Vusi Amos Zulu Malwane, de 44 anos, “liderava uma rede de contrabando de veículos transfronteiriça que aterrorizava as comunidades no Norte do KwaZulu-Natal”, tendo sido condenado pelo tribunal regional de Ingwavuma, Norte da província sul-africana de KwaZulu-Natal, que faz fronteira com o nosso país.
“Malwane, de 44 anos, foi condenado a 55 anos de prisão colectiva por sequestro (seis anos), roubo com circunstâncias agravadas (sequestro, 30 anos), posse de armas de fogo e munições sem licença (15 anos)”, adiantou a SAPS.
A Polícia sul-africana indicou que o tribunal regional de Ingwavuma “também condenou Malwane a quatro anos de prisão por escapar da custódia legal”.
Segundo a Polícia, Vusi Malwane foi detido no passado mês de Maio, após nove anos em fuga das autoridades do seu país.
“Por mais de uma década, Malwane liderou um grupo que estava por detrás de uma série de incidentes de sequestro de veículos motorizados em Emanguzi e arredores”, explicou a Polícia da África do Sul, sublinhando que “ele depois contrabandeava os veículos para Moçambique através de várias fronteiras na província”.
Emanguzi dista cerca de 20 quilómetros do principal posto de Kosi Bay, nordeste do país, na fronteira com a Ponta do Ouro.
“Após as nossas intervenções e operações na área, 37 veículos já foram recuperados e 27 armas de fogo recuperadas com 321 cartuchos de munição apreendidos”, anunciou o Comissário Nacional da Polícia da África do Sul, Fannie Masemola, citado no comunicado.
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