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非洲联合银行宣布5000万美元支持该国中小微企业

作者:莫桑比克商业报 发表时间:2024-03-30 21:59:27 来源:AIM

非洲联合银行宣布5000万美元支持莫桑比克中小微企业,促进经济增长和发展!

非洲联合银行在马普托宣布,将提供5000万美元资金支持莫桑比克的中小微企业,主要用于资助运输和物流、农产品加工和制药部门的项目。这笔资金将极大地促进莫桑比克中小微企业的发展,为经济增长注入新动力。同时,非洲联合银行还与莫桑比克经济协会联合会签署了谅解备忘录,共同推动经济发展。莫桑比克经济协会联合会主席午马对这笔资金表示满意,他强调了中小微企业在莫桑比克经济中的重要地位,并指出私营部门的显著增长对就业和经济发展的贡献。他还提到,获得融资是经济发展的重要制约因素之一,因此需要更多的资金支持来推动中小微企业的发展。非洲联合银行执行董事Rotimi Morohunfola也强调了非洲联合银行对莫桑比克经济发展的承诺,并介绍了非洲联合银行在支持年轻创业者和提供更好业务增长解决方案方面的努力。

非洲联合银行的支持将为莫桑比克的经济增长和发展注入新的活力。让我们期待这些资金能够带来更多的机遇和发展!


Presidente da CTA, Agostinho Vuma (a direita) e director executivo da UBA, Rotimi Morohunfola no acto da assinatura do acordo

Maputo, 27 Mar (AIM) – O banco United Bank for Africa (UBA) anunciou hoje (27), em Maputo, que tem disponíveis 50 milhões de dólares para apoiar as Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMES’s) moçambicanas, para impulsionar o seu desenvolvimento e crescimento económico.

O montante deverá ser investido para financiar projectos nos sectores de transporte e logística, agro-processamento e farmacêutica, a partir de 15 mil dólares.

A linha apresenta vantagens, sobretudo em termos de custo, onde oferece preçários bonificados de prime rate -1 para aquisição de equipamentos num período máximo de quatro anos.

Para o efeito, foi assinado um Memorando de Entendimento entre a UBA e a Confederação das Associações Económicas de Moçambique (CTA).

Falando durante o evento, o Presidente da CTA, Agostinho Vuma, manifestou a sua satisfação com o financiamento pois “irá contribuir sobremaneira para impulsionar as MPMES’s envolvidas no sector de transporte e logística, agro-processamento e farmacêutica.”

Vuma apontou um crescimento notável no sector privado, afirmando que as MPME’s representam 98% da estrutura empresarial moçambicana contribuindo com cerca de 48% nos empregos em Moçambique.

Vuma reconheceu a existência de uma disparidade significativa no acesso e disponibilidade dos serviços financeiros entre diferentes segmentos da população, tendo dito que “a maior parte do financiamento está concentrada em áreas urbanas, muito particularmente na província e cidade de Maputo.”

Referiu que o acesso ao financiamento é apontado como uma das limitações mais significativas para o desenvolvimento económico, visto que 16% dos financiamentos são destinados aos sectores primários e secundários e, apenas 2% de crédito é destinado à agricultura.

Deplorou a tendência que se verifica nos últimos tempos de uma queda de fundos alocados aos dois principais sectores de actividade económica moçambicana, nomeadamente a agricultura e indústria.

Este facto deve-se principalmente à preferência de recursos intermediários financeiros para outros sectores, particularmente o comércio e o turismo pelo menor risco e maior capacidade de retorno dos empréstimos concedidos pelo desenvolvimento dinâmico desses sectores.

Vuma também aponta com uma das causas da redução do financiamento a decisão tomada pelo Comité da Política Monetária do Banco de Moçambique referente ao aumento da taxa de juros que reflectiu-se, por sua vez, no aumento dos juros de crédito nos bancos comerciais, mas que a situação regista melhorias com a redução da taxa MIMO a partir de Janeiro último.

Vuma destacou ainda, no quadro da redução do financiamento, a retirada de comparticipação da factura de importação de combustíveis com o aumento da taxa de reserva obrigatória que passou de 11% para quase 40%, e frisou que “estas medidas combinadas reduziram o fluxo de liquidez de divisas para o nosso mercado.”

Por isso, Vuma propõe ao Banco de Moçambique para reavaliar a situação e considerar uma comparticipação de pelo menos 50% da factura de importação de combustíveis e outros produtos críticos da economia, como os produtos alimentares.

Ademais, desafiou aos técnicos da UBA a serem céleres para que a parceria entre o banco e a CTA apresente resultados sob o ponto de vista de volume de financiamento, volume de investimento e, também de empregabilidade.

Já o director executivo da UBA, Rotimi Morohunfola, sublinhou que, através do maior programa de empreendedorismo em África, a UBA seleccionou para o ano 2024, 52 jovens moçambicanos para serem abrangidos por um financiamento no valor de 250 mil que serão aplicados nas áreas da agricultura, bens alimentares, comércio, moda e Tecnologias de Informação e Comunicação.

Morohunfola concluiu reiterando o compromisso de providenciar melhores soluções para o crescimento de negócios e trabalhar com a CTA e outras instituições para o desenvolvimento de Moçambique.

(AIM)


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